Me peguei pensando nas extremidades em que vivo. Ainda não entendi esse meu jeito de sim ou não sendo que as vezes, o mais ou menos poderia doer menos. Poderia não doer. Mas quem se importa com a dor quando os objetivos a fazem valer a pena. Mas são objetivos incertos. Quando decido abrir mão deles, tudo volta e me faz ver que talvez eu tenha que me arriscar mais um pouco e mais um pouco e só mais um pouquinho. E mesmo com toda a certeza de sempre ter alguém, eu me sinto mais sozinha que nunca. Só não menos que aquela noite.. me lembro bem dela. Mas agora, o que faz parte de mim, deve estar perdido por aí, em um sonho qualquer, em um abraço qualquer, em outra vida qualquer. Eu também queria me perder pra talvez conseguir me encontrar. (29 de abril)
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