sábado, 10 de setembro de 2011

Mais perdida naquela biblioteca do que em seus próprios pensamentos, sempre confusos. Não sabia o que pensar e nem como pensar. Tentava infinitas vezes aliviar a barra fechando seus olhos e imaginando que tudo aquilo podia ser natural; podia ser parte da realidade alheia. Mas por mais fundo que buscasse respostas não encontrava nenhuma naturalidade naquilo tudo. Era como um prato que chega pronto a mesa mas há algo o tampando e suas mãos presas, não ousam se mecher para destampar. Então ele ficava ali parado, tampado. O silêncio predominava enquanto, por mais que doesse, ela encontrava logica em cada ideia desorganizada, encaixando tudo e vendo que a realidade, bem, estava bem na sua frente, embaixo da tampa daquele prato que continuaria tampado.

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