Eu sinto como se o limite tivesse finalmente chegado, mas é temporário. Depois de alguns dias lamentando tudo que houve, e até o que não houve, eu fico pronta pra sentir tudo outra vez. É uma necessidade masoquista que me faz bem. Quando tudo esta bem, só existe eu e você. Logo esses dois sujeitos que eu jurei não querer mais ver na mesma frase. As páginas mudam, o livro acaba mas sempre há um outro querendo ser lido, querendo ser sentido. É sempre o mesmo sujeito protagonizando tudo. É sempre o mesmo você. Sempre eu. Sempre nós. Nós que não sabemos onde estamos e nem o que fazemos. Nós inconsequentes. Nós que nos machucamos. Nós que nos redimimos. Nós que precisamos de nós. Nunca há um ponto final e em momentos como agora, eu gosto disso.
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