Do que me adianta carregar no peito algo tão belo se o que fortalece escapa quando abro os olhos? E vou além: preciso de segurança. Nunca provei disso mas o gosto deve me interessar. Deve ser um gosto próximo aquele que um dia eu imaginei ter sentido; gosto bom. O que eu provei até hoje, vezenquando amargo, foi-se de mim. Escapou entre meus olhos pra nunca mais voltar. Mas volta! Entre um pensamento e uma saudade, uma saudade e qualquer vício; volta. Fraqueza, coragem ou seja lá o que for, não sei se é bom ou ruim.
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