quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Sobre o medo.


O medo que só vai ser literalmente revelado no fim desse jogo. Um jogo que não e jogado por mim e se fosse, não seria um jogo.. se tornaria uma história. Não quero que ninguém entenda, não quero mentiras, só queria saber lidar com certas coisas que fazem mal, que mostram coisas que eu dava tudo pra não ver e principalmente pra não existirem. Desculpas todo mundo tem, inventa, fala… e no fim das contas sempre dão certo. É assim e vai ser sempre assim até o dia que a coragem falar mais alto e a fraqueza se tornar insignificante. Até lá, vai continuar sendo assim, vai continuar fazendo o tal mal temporario que machuca de verdade, que muda planos, muda pensamentos, aumenta o medo, faz ele ficar real. A única parte do jogo que nesse momento é real é o medo, só nesse momento. Embora seja tudo nítido, o medo também é. Ofusca os outros. Eu também sei jogar, mas não quero. Não combina comigo, não mesmo. (10 de outubro de 2009)

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