sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Pequeno, grande... sem fim.

E não há mais nada que me faça tão bem. É como o ar que um ser humano precisa pra sobreviver, minha necessidade infinita e eu não me contento porque preciso de segurança. Ter do mesmo jeito que faço, ouvir ouvir e ouvir e as minhas palavras não conseguem atingir o que eu queria. Será porque nada se compara ao que estou sentindo ou simplesmente porque não dá pra falar de algo que não tem explicação? É certo e incerto, é bom e ruim, rir e chorar, bem e mal.. contradições que juntas completam um sentimento e eu nunca quero ouvir o som do fim. Eu vejo que estou tentando e é tarde, então vamos fechar os olhos e imaginar que tudo é como tem que ser, como eu quero que seja (…) (1 de novembro de 2009)

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