sexta-feira, 12 de agosto de 2011


Mas se eu puder te pedir uma coisa, uma única coisa, peço que não quebre a confiança que eu deposito em você. Peço que me olhe nos olhos e conte todas as verdades mesmo sabendo que elas vão doer em mim. A dor de uma verdade talvez passe mas a dor de uma mentira encomoda para sempre. Diga o que quiser, mas diga. Use a sinceridade como aliada. Faça o que fizer, mas fale. Eu gosto de palavras diretas. Porque eu vi pessoas boas derramarem lágrimas como consequência de mentiras ocultadas pela falta de caráter. E eu posso falar por mim: a confiança é como uma linha: quando se arrebenta, pode-se até tentar dar nós mas ela jamais voltará a ser inteira novamente. (11 de agosto de 2010)

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