sábado, 27 de agosto de 2011

Eu tenho saudades de ter emoções fortes, banais, autênticas. Anda tudo tão parado. Tudo tão vazio. Quando eu encontro algo que me alegra a ponto de eu achar que pode durar dias ou meses e começa a fazer meu coração bater mais rápido, sem ser o que sempre consegue fazer, eu me condeno. Não entendo muito bem o motivo de tal condenação. Serão os meus sentidos aprendendo a se proteger? Preciso mostrar a eles que eu gosto de correr o risco. Eu me ordeno: pare já com isso. Alguma coisa indefinida dentro de mim fala mais alto: vá em frente. Se doer, passará. (…) Me ordeno mas não me obedeço. (20 de setembro)

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